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21
jun

Crowdfunding: uma boa ideia na cabeça e centenas de carteiras na mão

Publicado por Paulo Rogério Mendes

Quando temos uma ideia de negócio inovadora, nem sempre é fácil encontrar quem tenha cabeça para ver seu potencial e carteira para bancá-la. Mas existe muita gente com faro para um bom negócio por aí, disposta a contribuir com o que quer (ou o que pode) para tirar uma proposta realmente interessante do papel.

O modelo “de grão em grão a galinha enche o papo” de financiamento é chamado crowdfunding, doações coletivas que vão financiar projetos de  indivíduos ou empresas. O Wikipédia, por si só uma iniciativa coletiva, define crowdfunding como uma ação de cooperação realizada por pessoas que contribuem para financiar iniciativas que não contam com outra forma de patrocínio. Utilizando esse mecanismo, pessoas comuns e pequenos investidores podem apostar em novas ideias, criação de novos produtos, serviços, pesquisas…

Essa ideia surgiu e popularizou-se nos Estados Unidos após a crise de 2008, quando os projetos e ideias continuaram nascendo, mas os grandes investidores estavam entocados, esperando a tempestade passar. A alternativa foi facilitar o acesso a novos projetos para uma grande parcela da população que até então não podia (ou queria) bancar um projeto sozinha.

Com o uso da internet e de redes sociais como principal meio de divulgação, não existem limites geográficos de alcance e amplitude do negócio, que já tirou da teoria filmes, shows, invenções tecnológicas e aplicativos para celular.

Os sites que realizam esse tipo de atividade são canais de comunicação criados para que empreendedores possam apresentar seus projetos e para que investidores possam se relacionar e gerar novos negócios. O principal objetivo é permitir que os empreendedores exponham suas ideias em formato de projeto para que investidores sintam-se seguros e confortáveis para investir, vendo os detalhes do projeto, fotos, vídeos e comunicando-se diretamente com os responsáveis.

Mas não é qualquer um que pode inscrever um projeto em uma plataforma online que promove o crowdfunding. Primeiro, as ideias serão analisadas por uma equipe de especialistas. Os autores das mais promissoras são contatados a fim de sanar possíveis dúvidas. Nesse momento, a equipe procura detectar a necessidade de investimento real do projeto, que deverá ser alcançada com o conjunto de investidores.

Adiante no processo, o projeto é divulgado no portal. Os investidores então poderão realizar um aporte entre os valores mínimo e máximo, somando-se aos valores dos outros investidores, procurando atingir o valor necessário de investimento no projeto.

Quando a meta do financiamento é alcançada, a plataforma geralmente fica com uma pequena comissão e repassa o restante do valor para o autor do projeto. Se o projeto não consegue captar os recursos necessários durante o período de investimento, os investidores recebem o dinheiro de volta, ou em espécie ou em forma de crédito para investir em um novo projeto.

Investir em inovacão está mais fácil e barato que nunca. Quer tentar?

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