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3
nov

Inteligência emocional e impulsividade

Publicado por Paulo Rogério Mendes

Inteligência emocional é a inteligência aliada aos sentimentos, em que o indivíduo reconhece os próprios sentimentos, os dos outros e tem a capacidade de lidar com eles. Está relacionada a habilidades tais como: motivar as pessoas e a si mesmo, persistir mediante frustrações e controlar impulsos.

Daniel Goleman mapeia a Inteligência Emocional em cinco áreas de habilidades:

1. Autoconhecimento Emocional – reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre.

2. Controle Emocional – habilidade de lidar com seus próprios sentimentos, adequando-os para a situação.

3. Automotivação – dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para manter-se caminhando sempre em busca.

4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas.

5. Habilidade em relacionamentos interpessoais.

As três primeiras acima se referem à Inteligência Intrapessoal (habilidade em constatar com os próprios sentimentos, discernir estes sentimentos e orientar a conduta) e as duas últimas, à Inteligência Interpessoal (habilidade de entender outras pessoas: o que as motiva, como trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas, aptidão para relacionar-se, manter amizades e solucionar problemas sociais).

Sob o aspecto das relações interpessoais, o controle da impulsividade é essencial. Tanto a vida profissional quanto pessoal tornam-se mais fáceis com o controle das emoções.

Pessoas que agem sem pensar / refletir, obedecendo ao impulso do momento sem levar em consideração todas as informações disponíveis, são classificadas como impulsivas.

A impulsividade pode ser um traço na personalidade ou uma reação aguda em uma situação de grande pressão e incerteza, que, uma vez ligada a ansiedade, pode ainda criar sérios problemas de relacionamento interpessoal.

Crianças e jovens costumam fazer ou dizer coisas sem pensar. No caso das crianças e jovens impulsivos, no entanto, esses comportamentos são mais intensos, mais frequentes e com tempo de resposta menor. O adulto impulsivo, já adaptado, controla razoavelmente seus impulsos: olha antes de atravessar uma rua, evita brigas, e etc. 

Ter empatia, saber escutar e controlar as emoções auxilia no processo de tomada de decisões e ajuda a encontrar soluções eficazes.

No aspecto intrapessoal, é muito importante que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivada e persistente for uma pessoa, maior capacidade e potencialidade terá para atingir os seus objetivos.

O controle emocional (saber lidar com as emoções, ter controle sobre as reações e ser capaz de usar a razão de maneira adequada, sem desqualificar os sentimentos), aliado a assertividade e a persistência, está subjacente a qualquer realização pessoal ou profissional.

Sempre que estiver em uma situação de conflito, procure saber se está fazendo as melhores escolhas ou está deixando seus sentimentos te guiarem. Afinal, você quer ser parte do problema ou da solução?

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Um Comentário

14 de julho de 2016 às 16:23

Uma parte importante do ser humano é o processo de elaboração mental da imaginação para as interpretações e percepções da realidade, distinta das fantasias durante a vivência do dia a dia e que resultam nas emoções. E é exatamente no processo de separação das emoções que acontecem os reflexos na carreira!Uma parte importante do ser humano é o processo de elaboração mental da imaginação para as interpretações e percepções da realidade, distinta das fantasias durante a vivência do dia a dia e que resultam nas emoções. E é exatamente no processo de separação das emoções que acontecem os reflexos na carreira! https://carreiraplus.wordpress.com/2015/11/04/inteligencia-emocional-e-os-reflexos-nas-carreira/

1 Trackback

  1. Por - Blog de CRM: Universo CRM em 26 de janeiro de 2012 às 10:15

    [...] Sem o entendimento de como funcionamos como indivíduos é impossível gerir as emoções no ambiente de trabalho e fazê-las trabalhar a seu favor. Por isso parece mais fácil identificar os problemas de comportamento alheios: a “pessoa difícil” geralmente acha que o mundo está contra ela por inveja ou falta de boa vontade, quando na verdade está projetando esses sentimentos e ignorando o feedback que indica quão complicado é lidar com ela. E lá vem mais autoritarismo, agressividade, teimosia, impulsividade. [...]